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O Tractatus de Wittgenstein: uma introdução

Capa de O tractatus de Wittgenstein: uma introdução.

O Tractatus de Wittgenstein, de H. O. Mounce. Traduzido por Gustavo Coelho, com revisão técnica de Paulo Faria.
Associação Filosófica Scientiae Studia, 2021.
187 pp.
Formato: 125x205mm.
ISBN:
Preço: R$


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Publicado em 1921, o Tractatus logico-philosophicus, de Ludwig Wittgenstein (1889-1951), teve um impacto enorme na filosofia do século XX e ainda hoje é objeto de estudo e de reflexão. Nessa obra central para o que veio a se chamar de “virada linguística”, Wittgenstein defende que os problemas filosóficos decorrem “de uma má compreensão da lógica de nossa linguagem” e que se deve conceber a filosofia, não como uma teoria, mas como uma atividade à qual cabe somente a tarefa de esclarecer pensamentos por meio de uma análise lógica da linguagem.

Tendo partido de uma reflexão sobre problemas de filosofia da lógica, Wittgenstein propôs no Tractatus não apenas o que Bertrand Russell (1872-1970) denominou “uma simplificação surpreendente da teoria da inferência”, mas sobretudo uma nova maneira de se pensar a relação entre a linguagem, o pensamento e o mundo, elaborando ideias originais e profícuas a respeito da lógica, da ciência, da matemática, da filosofia, da ética e do que podemos, em geral, dizer sobre o mundo com sentido.

Embora diversos dos pressupostos que estão na base do Tractatus tenham sido mais tarde questionados por Wittgenstein, sua outra grande obra, as Investigações filosóficas, possui importantes continuidades com a primeira e não se pode compreendê-la, como também uma imensa parte da filosofia do último século, sem um adequado conhecimento do Tractatus. O leitor tem em mãos uma excelente porta de entrada para essa obra tão importante.

H. O. Mounce (1939) é Fellow Honorário da Universidade de Swansea, no País de Gales, editor da revista Philosophical Investigations ─ periódico oficial da British Wittigenstein Society ─ e autor de diversos artigos e livros, destacando-se, além do presente volume, The two pragmatisms: from Peirce to Rorty (Routledge, 1997); Hume's naturalism (Routledge, 1999); Tolstoy on aesthetics: what is art (Routledge, 2001); e Metaphysics and the end of philosophy (Continuum, 2008).

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